Conheça 20 locais ditos como assombrados no Brasil
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Não é só o exterior e os castelos espanhóis e ingleses que têm fantasmas. Basta uma construção amaldiçoada, uma tragédia histórica ou até um motivo rentável pra que aparições e sons comecem a ser relatados, então fica difícil saber até que ponto a imaginação está agindo e filtrar a realidade. Todavia, quando é gente demais comentando que tem algo estranho num local, geralmente é porque tem mesmo: confira 20 deles, no Brasil, onde você ficaria gelado só de passar perto:
Enfim, certamente é difícil ignorar o peso da História e dos contos populares — como mostram alguns dos locais mais assombrados do Brasil.
Obs.: Não nos responsabilizamos por possíveis aparições de vultos durante a leitura desta matéria.
Teatro Amazonas, Manaus (AM)
No coração da Amazônia, em Manaus, o teatro sofre com a sua grande estrutura acústica, que parecer reverberar gritos e gemidos fantasmagóricos, relatados há muito tempo. Até os funcionários do local comentam que “espíritos zombeteiros” mexem nas coisas e mudam objetos de lugar. Fantasmas, duendes e todo tipo de explicação são dados, mas ninguém sabe explicar porque o lugar passa uma sensação tão estranha em quem passa por lá à noite.
Serra dos dois irmãos, Viçosa (AL)
Zumbi foi o último dos líderes das resistências organizadas no célebre Quilombo dos Palmares — cuja recusa à submissão à Coroa Portuguesa era categórica. Ele foi morto no dia 20 de novembro de 1695 na Serra dos Dois Irmãos, em Viçosa (AL). Há quem diga que ainda é possível ouvir os estampidos dos tiros no local.
Árvore Gameleira, Rio Branco (AC)
Nessa árvore que serviu de sombra para o acampamento de um dos fundadores de Rio Branco, no Acre, dizem ser possível ver os espíritos dos exploradores em torno do vegetal.
Penitenciária de Cariri, Juazeiro do Norte (CE)
Presos e funcionários da Penitenciária de Cariri, em Juazeiro do Norte (CE), afirmam que há ali um fantasma que abre e fecha portas e janelas — enquanto perambula de um lado para o outro e emite longas e penosas lamúrias. Há quem diga que os choros vêm das mulheres que foram mortas pelos sujeitos ali encarcerados.
Edifício Joelma, São Paulo (SP)
O edifício Joelma (posteriormente renomeado para edifício Praça da Bandeira), em São Paulo (SP), protagonizou uma das maiores tragédias já registradas em território nacional. Em 1º de fevereiro de 1974, um incêndio no local matou 191 pessoas e deixou 300 outras feridas. Entretanto, antes mesmo da construção do prédio, conta-se que um professor de nome Paulo Camargo havia assassinado sua mãe e suas irmãs no local — tendo se suicidado pouco depois.
Naturalmente, isso foi mais do que o suficiente para provocar comentários de que o local encerra algum tipo de maldição. Há quem diga que o motivo deve ser o fato de que até o final do século XIX havia ali um pelourinho (local destinado ao castigo público de criminosos).
Castelinho do Flamengo, Rio de Janeiro (RJ)
O Castelinho do Flamengo, no Rio de Janeiro (RJ), foi construído no final do século retrasado, onde residia uma garota chamada Maria de Lourdes, juntamente com seus pais. Após a morte trágica de seus pais, ela foi deixada nas mãos de um cruel tutor, que a torturava de inúmeras formas. Como resultado, dizem que seus gritos ainda podem ser ouvidos lá.
Mercado Modelo, Salvador (BA)
Quem trabalha no Mercado Modelo, em Salvador (BA), garante que os túneis utilizados pelo estabelecimento para o armazenamento de bebidas são assombrados. Quem passa por lá garante que dá pra ouvir vozes desesperadas, gritando por socorro, que seriam os espíritos de escravos mortos no local.
Dom Bosco, Brasília (DF)
Perto do monumento chamado “Ermida de Dom Bosco”, erguido em homenagem aos candangos que ergueram Brasília, dizem ser possível ver os espíritos dos antigos trabalhadores e até do próprio Dom, perambulando pelo local.
O Cavaleiro de Jaraguá, Jaraguá (GO)
Diversos moradores de Jaraguá (GO) garantem que há na Rua das Flores uma casa lotada de assombrações. Na verdade, não apenas a casa, mas todo o quarteirão parece representar alguma predileção das almas penadas do local. São barulhos de cavalos marchando durante a noite e também o tilintar de esporas.
Mas existe pelo menos um habitante fixo na referida casa, entretanto. Trata-se de um misterioso cavaleiro com trajes antigos que, volta e meia, pode ser encontrado a cavalo dentro do edifício.
O Frei Fantasma, Vila Velha (ES)
Eis aqui um curioso exemplo de um espírito nobre que, por algum motivo, ainda parece ter negócios por resolver deste lado da vida. O frei franciscano Pedro Palácios viveu por muitos anos no Convento da Penha, sendo conhecido por sua natureza filantrópica e por seu voto de pobreza. Quem visita o convento garante que o bom sacerdote ainda pode ser encontrado vagando por lá.
Pedra do Guindaste, Macapá (AP)
Em Macapá, há a “Pedra do Guindaste”, onde há uma imagem de São José, e fica ao lado de um monumento erguido em memória à vítimas de um naufrágio. Diz-se que, caso o bloco de concreto seja retirado dali, as águas acabarão por tomar toda a cidade. Além disso, também não faltam relatos de que pode ser encontrado ali o espírito de uma mulher morta no naufrágio, sempre à noite.
A Rainha do Maranhão, São Luís (MA)
Ao abandonar suas raízes pobres e se tornar uma mulher poderosa em São Luís (MA), Ana Jensen, conhecida como “Rainha do Maranhão”, se tornou uma senhora de escravos cruel, que matava os homens deixando-os definhar no fundo de poços. Morreu em 1869, mas dizem que sua carruagem ainda aparece às vezes vagando pela Praia Grande.
O fantasma de Bento Gonçalves, Triunfo (RS)
Na casa em que nasceu Bento Gonçalves, um dos líderes da Revolução Farroupilha, funciona hoje um museu em que são expostos revólveres, uniformes, garruchas e por aí vai. Entretanto, dizem que a alma do guerrilheiro ainda pode ser encontrada vagando pelos corredores do local.
Enfim, certamente é difícil ignorar o peso da História e dos contos populares — como mostram alguns dos locais mais assombrados do Brasil.
Obs.: Não nos responsabilizamos por possíveis aparições de vultos durante a leitura desta matéria.
Teatro Amazonas, Manaus (AM)

No coração da Amazônia, em Manaus, o teatro sofre com a sua grande estrutura acústica, que parecer reverberar gritos e gemidos fantasmagóricos, relatados há muito tempo. Até os funcionários do local comentam que “espíritos zombeteiros” mexem nas coisas e mudam objetos de lugar. Fantasmas, duendes e todo tipo de explicação são dados, mas ninguém sabe explicar porque o lugar passa uma sensação tão estranha em quem passa por lá à noite.
Serra dos dois irmãos, Viçosa (AL)

Zumbi foi o último dos líderes das resistências organizadas no célebre Quilombo dos Palmares — cuja recusa à submissão à Coroa Portuguesa era categórica. Ele foi morto no dia 20 de novembro de 1695 na Serra dos Dois Irmãos, em Viçosa (AL). Há quem diga que ainda é possível ouvir os estampidos dos tiros no local.
Árvore Gameleira, Rio Branco (AC)

Nessa árvore que serviu de sombra para o acampamento de um dos fundadores de Rio Branco, no Acre, dizem ser possível ver os espíritos dos exploradores em torno do vegetal.
Penitenciária de Cariri, Juazeiro do Norte (CE)

Presos e funcionários da Penitenciária de Cariri, em Juazeiro do Norte (CE), afirmam que há ali um fantasma que abre e fecha portas e janelas — enquanto perambula de um lado para o outro e emite longas e penosas lamúrias. Há quem diga que os choros vêm das mulheres que foram mortas pelos sujeitos ali encarcerados.
Edifício Joelma, São Paulo (SP)
O edifício Joelma (posteriormente renomeado para edifício Praça da Bandeira), em São Paulo (SP), protagonizou uma das maiores tragédias já registradas em território nacional. Em 1º de fevereiro de 1974, um incêndio no local matou 191 pessoas e deixou 300 outras feridas. Entretanto, antes mesmo da construção do prédio, conta-se que um professor de nome Paulo Camargo havia assassinado sua mãe e suas irmãs no local — tendo se suicidado pouco depois.
Naturalmente, isso foi mais do que o suficiente para provocar comentários de que o local encerra algum tipo de maldição. Há quem diga que o motivo deve ser o fato de que até o final do século XIX havia ali um pelourinho (local destinado ao castigo público de criminosos).
Castelinho do Flamengo, Rio de Janeiro (RJ)
O Castelinho do Flamengo, no Rio de Janeiro (RJ), foi construído no final do século retrasado, onde residia uma garota chamada Maria de Lourdes, juntamente com seus pais. Após a morte trágica de seus pais, ela foi deixada nas mãos de um cruel tutor, que a torturava de inúmeras formas. Como resultado, dizem que seus gritos ainda podem ser ouvidos lá.
Quem trabalha no Mercado Modelo, em Salvador (BA), garante que os túneis utilizados pelo estabelecimento para o armazenamento de bebidas são assombrados. Quem passa por lá garante que dá pra ouvir vozes desesperadas, gritando por socorro, que seriam os espíritos de escravos mortos no local.
Dom Bosco, Brasília (DF)

Perto do monumento chamado “Ermida de Dom Bosco”, erguido em homenagem aos candangos que ergueram Brasília, dizem ser possível ver os espíritos dos antigos trabalhadores e até do próprio Dom, perambulando pelo local.
O Cavaleiro de Jaraguá, Jaraguá (GO)
Diversos moradores de Jaraguá (GO) garantem que há na Rua das Flores uma casa lotada de assombrações. Na verdade, não apenas a casa, mas todo o quarteirão parece representar alguma predileção das almas penadas do local. São barulhos de cavalos marchando durante a noite e também o tilintar de esporas.
Mas existe pelo menos um habitante fixo na referida casa, entretanto. Trata-se de um misterioso cavaleiro com trajes antigos que, volta e meia, pode ser encontrado a cavalo dentro do edifício.
O Frei Fantasma, Vila Velha (ES)
Eis aqui um curioso exemplo de um espírito nobre que, por algum motivo, ainda parece ter negócios por resolver deste lado da vida. O frei franciscano Pedro Palácios viveu por muitos anos no Convento da Penha, sendo conhecido por sua natureza filantrópica e por seu voto de pobreza. Quem visita o convento garante que o bom sacerdote ainda pode ser encontrado vagando por lá.
Pedra do Guindaste, Macapá (AP)

Em Macapá, há a “Pedra do Guindaste”, onde há uma imagem de São José, e fica ao lado de um monumento erguido em memória à vítimas de um naufrágio. Diz-se que, caso o bloco de concreto seja retirado dali, as águas acabarão por tomar toda a cidade. Além disso, também não faltam relatos de que pode ser encontrado ali o espírito de uma mulher morta no naufrágio, sempre à noite.
A Rainha do Maranhão, São Luís (MA)

Ao abandonar suas raízes pobres e se tornar uma mulher poderosa em São Luís (MA), Ana Jensen, conhecida como “Rainha do Maranhão”, se tornou uma senhora de escravos cruel, que matava os homens deixando-os definhar no fundo de poços. Morreu em 1869, mas dizem que sua carruagem ainda aparece às vezes vagando pela Praia Grande.
O fantasma de Bento Gonçalves, Triunfo (RS)
Na casa em que nasceu Bento Gonçalves, um dos líderes da Revolução Farroupilha, funciona hoje um museu em que são expostos revólveres, uniformes, garruchas e por aí vai. Entretanto, dizem que a alma do guerrilheiro ainda pode ser encontrada vagando pelos corredores do local.
A cidade fantasma, Fordlândia (PA)
Em 1920, Henry Ford, um dos maiores empreendedores da História, comprou terras às margens do Rio Tapajós. A ideia era cultivar seringueiras para que Ford pudesse produzir a própria borracha utilizada nos pneus de seus carros. Para tanto, toda uma cidade foi construída no local, a fim de abrigar as pessoas que trabalhariam na empreitada.
Entretanto, ao fim da Segunda Guerra Mundial, o projeto acabou abandonado... Os seringueiros que lá viveram, miseráveis e numa cidade em decadência, supostamente jamais deixaram o local.
O Solar das Sete Mortes, Bahia (BA)

Há na Bahia um casarão assombrado por excelência. E também por motivos históricos. Conta-se que no século XVIII uma escrava da família residente envenenou seus patrões e filhos como forma de vingança. Há também registros comprovados da morte do Padre Manuel Pereira. Seja qual for o motivo, fato é que muita gente diz ter ouvido passos, portas que se abrem e se fecham sozinhas e também algumas aparições enevoadas no local.
O Leprosário de São Francisco do Sul (SC)
A bela e bastante antiga cidade de São Francisco do Sul (SC) abriga inúmeras ruínas e, ao redor delas, diversos relatos de assombrações e fenômenos paranormais variados. O local mais contemplado por essas histórias, entretanto, é o antigo leprosário da cidade — para onde eram enviados pacientes de todo o Sul do Brasil. Localizado na Praia do Forte, o local normalmente é associado a sensações negativas, dores de cabeça, aparições inexplicáveis, lamúrias e pedidos de socorro.
O Fantasma de Lampião, Mossoró (RN)

Em Mossoró, no Rio Grande do Norte, é dito que o cabra mais macho que já pisou no cangaço perdeu a luta pra população, que o expulsou de lá. Em homenagem ao evento, foi criado o “Museu da Resistência”, que, como você pode imaginar, não deixou o espírito do cangaceiro muito feliz.
Ana Maria do Couto, Cuiabá (MT)
Ana Maria do Couto era conhecida na Cuiabá (MT) da década de 1940 por seu desempenho exemplar em política e comunicação, sendo também uma apoiadora incondicional dos esportes. Entretanto, ao desenvolver câncer 30 anos depois, ela acabaria por sofrer demasiadamente antes da sua morte — o que, dizem, explica os gritos de dor ouvidos nas proximidades de sua antiga casa e também no ginásio da cidade.
Fazenda Capão Bonito, Sidrolândia (MS)

Em Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, é uma dessas fazendas clássicas, com barulhos misteriosos à noite, passos e vultos, que assombram até o interior da casa, batendo panelas e derrubando garfos. A história por trás das lendas tem base no suicídio de uma mulher, ocorrido no local em 1935.
Fonte: Megacurioso








